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A gota d’água – quando Chesed acaba e começa Gevurah

A gota d'água
Escrito por Cristinna Saviani

A gota d’água – quando Chesed acaba e começa Gevurah >> Muitas vezes, inúmeras vezes, as pessoas se perguntam até quanto o mal perdurará.

Esta indagação constante, se dá principalmente em relação a pessoas que agem de maneira errada, muitas vezes cruel e sempre egoísta, e que, ao ver da maioria, sempre se dão bem.

Nos nossos dias atuais podemos até ver inúmeros exemplos disso no meio político, mas não somente, pessoas de nosso convívio diário são exemplos mais próximos.

Indagamos muitas vezes – Como isso? Onde está a justiça nisso?

Alguns até cometem heresia, questionando onde está o Eterno que não vê. Ele vê, acreditem.

Gosto sempre da alegoria da paternidade/maternidade para ilustrar melhor esta questão.

Quando temos um filho, queremos o melhor para ele, pois nosso amor é imenso e inesgotável.

Mais que inesgotável, é incondicional, o amor que temos por um filho.

Assim também é o Amor do Eterno por nós.

Assim como damos o nosso melhor por nosso filho, também o Eterno faz por nós – por todos.

Gevurah – O braço de Justiça

Quando com o nosso melhor, quando exercemos a nossa porção de Misericórdia (Chesed) não conseguimos tornar melhor o nosso filho, temos que agir com o outro lado – a Justiça (Gevurah).

Assim também o Eterno age conosco – é larga a sua Misericórdia, abundante, incondicional, mas há o momento em que uma única gota faz o vaso transbordar – é a última gota, onde a Misericórdia não cabe mais, e se faz necessária a Justiça.

Grande parte da humanidade acredita ser inatacável, inatingível – se arriscam em transgressões porque acreditam que sempre haverá um jeito – mas Gevurah, a Justiça, nos mostra o contrário de nossas convicções – nos mostra que há fim.

Aqueles que não aprendem pelo amor aprenderão certamente pela dor.

Por este motivo, o bom senso, a justa medida, o equilíbrio é a melhor maneira sempre, no agir.

Aqueles que conseguem entender que se a corda for muito esticada se partirá são os homens de bom senso, que compreendem e vivem dentro deste equilíbrio de forças representados na árvore da vida, neste eixo de Alef – que liga Chesed e Gevurah.

Os que não conseguem, verão a última gota d’água derramar todas as bençãos recebidas e experimentarão o amargo sabor da Justiça de Gevurah.

É preciso que se entenda que a Misericórdia, que é a propriedade de Chesed, nunca acaba, pois é infinita, mas a aplicação da Justiça quando necessária já é uma manifestação de Chesed para que a alma tenha a correção necessária para sua evolução.

Por hoje é isso!!!
Shalom.

Ariel bar’Zlay (Cristinna Saviani)
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Sobre o autor

Cristinna Saviani

Cristinna Saviani tem sua formação clássica em Farmácia e Bioquímica pela PUCC, com foco em Homeopatia, Fitoterapia e Florais.
Estudante e praticante de Cabala desde a adolescência, iniciou seus estudos de astrologia como autodidata em 1997, posteriormente fazendo vários cursos de formação na área, na qual tem atuado profissionalmente desde o ano de 1999.
Acreditando que a maior qualidade da astrologia é levar o indivíduo ao autoconhecimento e consequente evolução, aprofunda a análise de seus clientes em todos os níveis disponíveis para que se chegue ao cerne das questões que inquietam e atrapalham a vida nos diversos campos da vida.
Natural de Campinas - SP, vive atualmente em Fortaleza, onde atua
na área de publicidade (CEO Staff Publicity), programação web, marketing e astrologia, fazendo análises de tema natal, previsão e mapa anual de fertilidade feminina.

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